Equipe Mapfry
em
Jan 8, 2025
Elevem suas apostas

Quantas vezes já vimos empresas operando no modo “faça o máximo que puder, no menor tempo possível”? 

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Quando não existem filtros claros ou prioridades definidas, a sensação geral é: “Não temos estratégia, porque não conseguimos dizer ‘não’ a nada”.

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O papel superior dos estudos de mercado

Uma boa estratégia é aquela que equilibra decisão e informação. 

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Quando falamos em market research e geomarketing, estamos falando de metodologias que geram visão de contexto, tanto de concorrência quanto de oportunidades de mercado em determinadas regiões.

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Por que isso é superior?

Porque, ao mapear dados geográficos e tendências de consumo, você ganha uma camada de inteligência que diminui as apostas cegas. 

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Isso não anula o risco, mas fornece um lastro para a tomada de decisão.

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Por exemplo, em vez de “apostar tudo” em um único segmento ou região sem nenhum dado, a empresa avalia onde há maior densidade de público, concorrência mais fraca ou rotas de distribuição mais eficientes, e só então faz escolhas.

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Mesmo assim, é importante lembrar que a insegurança é normal, afinal, mesmo com muitos dados, nunca teremos 100% de certeza. 

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Mas dados bem coletados e analisados tornam essa insegurança mais administrável.

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Visões românticas vs. realistas de estratégia

Existe um certo romantismo em torno da ideia de estratégia. 

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Fazemos comparações com filmes em que um herói em desvantagem encontra a passagem secreta para a fortaleza ou uma solução genial do tipo “então vamos tentar esse caminho!”. 

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São momentos de clareza dramática, que parecem exemplos perfeitos de estratégia.

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Na vida real, nem toda estratégia terá essa cara de “golpe de mestre”.

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Alguns planos envolvem abrir mão de grandes saltos e simplesmente manter vários projetos, só que de maneira minimamente estruturada.

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Especialmente quando há dados de Geomarketing sugerindo que várias regiões têm potencial moderado, mas não há certeza sobre qual devemos explorar primeiro.

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É menos glamouroso, mas muitas empresas funcionam nesse modelo de “pequenas apostas em múltiplas frentes” com base nos dados que têm. 

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Decisão sem estratégia?

Imagine que você tenha duas opções:

  1. Fazer uma aposta grande em uma iniciativa de alto risco, porém de alto retorno.
  2. “Fatiar” sua estratégia, distribuindo recursos em várias iniciativas de menor risco e menor retorno.

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Se tudo convergir para uma única aposta e ela falhar, você pode afundar rápido.

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Se a empresa mantiver múltiplas frentes, talvez avance em pequenos passos, mas com menor chance de quebrar de vez.

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Estudos de mercado e geomarketing podem afinar essa escolha, ajudando a identificar onde existem melhores oportunidades ou quais segmentos são mais promissores. 

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A bagunça do mundo real

Frequentemente, a “melhor” estratégia que podemos criar não passa de uma leve vantagem em meio a muitas restrições. 

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Você faz pesquisas de mercado, usa geomarketing, contrata consultores, apenas para descobrir que suas opções ainda são recheadas de riscos. 

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A estratégia não acontece num vácuo: há concorrência, incertezas econômicas, contextos políticos e a herança de decisões passadas, tudo isso impacta o que você pode ou não fazer.

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“Se tivéssemos uma estratégia, tudo se resolveria!” 

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Uma estratégia pode, por exemplo, revelar que seus pressupostos estavam errados ou que você precisa reconhecer uma dívida gigantesca.

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A experiência mostra que excesso de pressa para parecer “decidido” pode levar a erros graves, sobretudo se os dados indicarem que o cenário é complexo e não há perspectiva de vitória rápida.

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Resumo

A estratégia não é uma fórmula mágica que resolve todos os problemas. 

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Ela combina pragmatismo, decisão e opcionalidade. 

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Estudos de mercado e geomarketing podem ampliar ligeiramente suas chances de sucesso, pois oferecem visões mais claras de onde e como agir. 

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Mas nem mesmo eles garantem certezas absolutas. 

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Afinal, o mundo dos negócios é sempre cheio de variáveis fora de controle.

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